1. Os reinos bárbaros
Durante a Alta Idade Média, a história política da Europa foi caracterizada, no Ocidente, pelos bárbaros de origem germânica, que se constituíram no século V limitados pelo antigo Império romano do Ocidente.
Os vândalos habitaram na Península Ibérica e no norte da África, eram liderados por Genserico. No século VI, durante a Reconquista de Justiniano, esse reino foi extasiado pelo Império Bizantino, e no século VII foi dominado pelos Mulçumanos.
Os ostrogodos viviam na Península Itálica, sob a liderança do rei Teodorico, porém após a conquista da Itália pelo Império Bizantino, a monarquia ostrogótica chegou ao fim, e foi substituída por uma administração bizantina na Itália. No entanto, antes da ocupação se completada, os lombardos invadiram a região da Península Itálica.
Os visigodos habitaram no Sul da Gália e na Península Ibérica, porém foram expulsos da Gália pelos francos, e em 711 os mouros (árabes) conquistaram a Península Ibérica. Os visigodos se fixaram no norte, onde fundaram um Estado independente, chamado Reinos das Astúrias
Os jutos, saxões e anglos ocuparam a Inglaterra.
Império Carolíngio
Carlos Magno herdou de seu Pai –Pepino, o Breve o trono em 771,
iniciando a dinastia carolíngia. Foi o mais importante rei dos francos.
Destacou-se por suas conquistas militares e organização administrativa. Em 800
foi coroado imperador do Novo Império Romano do Ocidente. Preocupou-se,
sobretudo em estimular a cultura nos territórios conquistados. Valorizou o
ensino, promoveu obras para a difusão da educação e fundou várias escolas.
Carlos Magno morreu em 814. Foi sucedido por seu filho Luís, o
Piedoso. Seus netos disputaram a sucessão do trono e em 843, pelo Tratado de
Verdum, o império foi dividido em três reinos.
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