sexta-feira, 22 de março de 2013

Aula 1 e 2- Frente 2

                     Império Romana

     A história da construção de roma tem dois lados muito fascinantes, mas tambem podemos nos inpirar nos avanços conseguidos por essa grande civilização.


           Origem de Roma: explicação mitológica
     Os romanos explicavam a origem de sua cidade através do mito de Rômulo e Remo. Segundo a mitologia romana, os gêmeos foram jogados no rio Tibre, na Itália. Resgatados por uma loba, que os amamentou, foram criados posteriormente por um casal de pastores. Adultos, retornam a cidade natal de Alba Longa e ganham terras para fundar uma nova cidade que seria Roma.
        Origens de Roma : explicação histórica e Monarquia   Romana (753 a.C a 509 a.C)
     De acordo com os historiadores, a fundação de Roma resulta da mistura de três povos que foram habitar a região da Península Itálica: gregos, etruscos e italiotas. Desenvolveram na região uma economia baseada na agricultura e nas atividades pastoris. A sociedade, nesta época, era formada por patrícios ( nobres proprietários de terras ) e plebeus ( comerciantes, artesãos e pequenos proprietários ). O sistema político era a monarquia, já que a cidade era governada por um rei de origem patrícia.
     A religião neste período era politeísta, adotando deuses semelhantes aos dos gregos, porém com nomes diferentes. Nas artes destacava-se a pintura de afrescos, murais decorativos e esculturas com influências gregas.

               República Romana (509 a.C. a 27 a.C)
     Durante o período republicano, o senado Romano ganhou grande poder político. Os senadores, de origem patrícia, cuidavam das finanças públicas, da administração e da política externa. As atividades executivas eram exercidas pelos cônsules e pelos tribunos da plebe.
     A criação dos tribunos da plebe está ligada às lutas dos plebeus por uma maior participação política e melhores condições de vida. 
     Em 367 a.C, foi aprovada a Lei Licínia, que garantia a participação dos plebeus no Consulado (dois cônsules eram eleitos: um patrício e um plebeu). Esta lei também acabou com a escravidão por dívidas (válida somente para cidadãos romanos).
             Formação e Expansão do Império Romano
     Após dominar toda a península itálica, os romanos partiram para as conquistas de outros territórios. Com um exército bem preparado e muitos recursos, venceram os cartagineses, liderados pelo general Anibal, nas Guerras Púnicas (século III a.C). Esta vitória foi muito importante, pois garantiu a supremacia romana no Mar Mediterrâneo. Os romanos passaram a chamar o Mediterrâneo de Mare Nostrum.
Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando a Grécia, o Egito, a Macedônia, a Gália, a Germânia, a Trácia, a Síria e a Palestina.
     Com as conquistas, a vida e a estrutura de Roma passaram por significativas mudanças. O império romano passou a ser muito mais comercial do que agrário. Povos conquistados foram escravizados ou passaram a pagar impostos para o império. As províncias (regiões controladas por Roma) renderam grandes recursos para Roma. A capital do Império Romano enriqueceu e a vida dos romanos mudou.

               Principais imperadores romanos :
1-Augusto (27 a.C. - 14 d.C.);
2-Tibério (14 d.C. -37 d.C.);
3-Caligula (37 d.C.-41 d.C.);
4- Nero (54 d.C. -68 d.C.);
5- Marco Aurelio (161 d.C.-180 d.C.);
6-Comodus (180 d.C.-192 d.C.).

                    Luta de gladiadores: pão e circo

     Com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma. A escravidão gerou muito desemprego na zona rural, pois muitos camponeses perderam seus empregos. Esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida. Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do Pão e Circo. Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios ( o mais famoso foi o Coliseu de Roma ), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta.


                               Cultura Romana
     A cultura romana foi muito influenciada pela cultura grega. Os romanos "copiaram" muitos aspectos da arte, pintura e arquitetura grega.
     Os balneários romanos espalharam-se pelas grandes cidades. Eram locais onde os senadores e membros da aristocracia romana iam para discutirem política e ampliar seus relacionamentos pessoais.
     A língua romana era o latim, que depois de um tempo espalhou-se pelos quatro cantos do império, dando origem na Idade Média, ao português, francês, italiano e espanhol.
     A mitologia romana representava formas de explicação da realidade que os romanos não conseguiam explicar de forma científica. Trata também da origem de seu povo e da cidade que deu origem ao império.      Entre os principais mitos romanos, podemos destacar: Rômulo e Remo e O rapto de Proserpina.
                               Religião Romana 
     Os romanos eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. A grande parte dos deuses romanos foram retirados do panteão grego, porém os nomes originais foram mudados. Muitos deuses de regiões conquistadas também foram incorporados aos cultos romanos. Os deuses eram antropomórficos, ou seja, possuíam características ( qualidades e defeitos ) de seres humanos, além de serem representados em forma humana. Além dos deuses principais, os romanos cultuavam também os deuses lares e penates. Estes deuses eram cultuados dentro das casas e protegiam a família.
     Principais deuses romanos : Júpiter, Juno, Apolo, Marte, Diana, Vênus, Ceres e Baco.
                 Crise e decadência do Império Romano
     Por volta do século III, o império romano passava por uma enorme crise econômica e política. A corrupção dentro do governo e os gastos com luxo retiraram recursos para o investimento no exército romano. Com o fim das conquistas territoriais, diminuiu o número de escravos, provocando uma queda na produção agrícola. Na mesma proporção, caia o pagamento de tributos originados das províncias.
     Em crise e com o exército enfraquecido, as fronteiras ficavam a cada dia mais desprotegidas. Muitos soldados, sem receber salário, deixavam suas obrigações militares. 
     Os povos germânicos, tratados como bárbaros pelos romanos, estavam forçando a penetração pelas fronteiras do norte do império. No ano de 395, o imperador Teodósio resolve dividir o império em: Império Romano do Ocidente, com capital em Roma e Império Romano do Oriente (Império Bizantino), com capital em Constantinopla.
     Em 476, chega ao fim o Império Romano do Ocidente, após a invasão de diversos povos bárbaros, entre eles, visigodos, vândalos, burgúndios, suevos, saxões, ostrogodos, hunos etc. Era o fim da Antiguidade e início de uma nova época chamada de Idade Média.
                                    Legado Romano
     Muitos aspectos culturais, científicos, artísticos e linguísticos romanos chegaram até os dias de hoje, enriquecendo a cultura ocidental. Podemos destacar como exemplos deste legado: o Direito Romano, técnicas de arquitetura, línguas latinas originárias do Latim (Português, Francês, Espanhol e Italiano), técnicas de artes plásticas, filosofia e literatura.



Dica: War- Império Romano



Aula 5- Frente 1


      Renascimento Comercial e Urbano 

    Quando retornavam das cruzadas, muito cavaleiros saqueavam cidades no oriente. O material proveniente destes saques (jóias, tecidos, temperos, etc) eram comercializados no caminho. Foi neste contexto que surgiram as rotas comerciais e as feiras medievais. A saída dos muçulmanos do mar Mediterrâneo também favoreceu o renascimento comercial.

   Foi neste contexto que começou a surgir uma nova camada social: a burguesia. Dedicados ao comércio, os burgueses enriqueceram e dinamizaram a economia no final da Idade Média. Esta nova camada social necessitava de segurança e buscou construir habitações protegidas por muros. Surgia assim os burgos que, com o passar do tempo, deram origem a várias cidades (renascimento urbano).

   As cidades passaram a significar maiores oportunidades de trabalho. Muitos habitantes da zona rural passaram a deixar o campo para buscar melhores condições de vida nas cidades europeias (êxodo rural).       Com a diminuição dos trabalhadores rurais, os senhores feudais tiveram que mexer nas obrigações dos servos, amenizando os impostos e taxas. Em alguns feudos, chegaram a oferecer pequenas remunerações para os servos. Estas mudanças significaram uma transformação nas relações de trabalho no campo, desintegrando o sistema feudal de produção.

   Com o aquecimento do comércio surgiram também novas atividades como, por exemplo, os cambistas (trocavam moedas) e os banqueiros (guardavam dinheiro, faziam empréstimos, etc). 
   Estes novos componentes sociais (burgueses, cambistas, banqueiros, etc) passaram a começar a se preocupar com a aquisição de conhecimentos. Este fato fez surgir, nos séculos XII e XIII, várias universidades na Europa. Estas instituições de ensino dedicavam-se ao aos conhecimentos matemáticos, teológicos, medicinais e jurídicos

Aula 5- Frente 1

                           As Cruzadas
   As cruzadas foram tropas ocidentais enviadas à Palestina para recuperarem a liberdade de acesso dos cristãos à Jerusalém. A guerra pela Terra Santa, que durou do século XI ao XIV, foi iniciada logo após o domínio dos turcos seljúcidas sobre esta região considerada sagrada para os cristãos. Após domínio da região, os turcos passaram impedir ferozmente a peregrinação dos europeus, através da captura e do assassinato de muitos peregrinos que visitavam o local unicamente pela fé.


                             Organização das Cruzadas 
   Em 1095, Urbano II, em oposição a este impedimento, convocou um grande número de fiéis para lutarem pela causa. Muitos camponeses foram a combate pela promessa de que receberiam reconhecimento espiritual e recompensas da Igreja; contudo, esta primeira batalha fracassou e muitos perderam suas vidas em combate.   
   Após a Primeira Cruzada foi criada a Ordem dos Cavaleiros Templários que tiveram importante participação militar nos combates das seguintes Cruzadas.
   Após a derrota na 1ª Cruzada, outro exército ocidental, comandado pelos franceses, invadiu o oriente para lutar pela mesma causa. Seus soldados usavam, como emblema, o sinal da cruz costurado sobre seus uniformes de batalha. Sob liderança de Godofredo de Bulhão, estes guerreiros massacraram os turcos durante o combate e tomaram Jerusalém, permitindo novamente livre para acesso aos peregrinos. 
   Outros confrontos deste tipo ocorreram, porém, somente a sexta edição (1228-1229) ocorreu de forma pacífica. As demais serviram somente para prejudicar o relacionamento religioso entre ocidente e oriente. A relação dos dois continentes ficava cada vez mais desgastada devido à violência e a ambição desenfreada que havia tomado conta dos cruzados, e, sobre isso, o clero católico nada podia fazer para controlar a situação. 
   Embora não tenham sido bem sucedidas, a ponto de até crianças terem feito parte e morrido por este tipo de luta, estes combates atraíram grandes reis como Ricardo I, também chamado de Ricardo Coração de Leão, e Luís IX. 

                        Lista das Cruzadas Medievais
- Cruzada Popular ou dos Mendigos (1096)
- Primeira Cruzada (1096 a 1099)
- Cruzada de 1101
- Segunda Cruzada (1147 a 1149)
- Terceira Cruzada (1189 a 1192)
- Quarta Cruzada (1202 a 1204)
- Cruzada Albigense (1209 a 1244)
- Cruzada das Crianças (1212)
- Quinta Cruzada (1217 a 1221)
- Sexta Cruzada (1228 a 1229)
- Sétima Cruzada (1248 a 1250)
- Cruzada dos Pastores (1251 a 1320)
- Oitava Cruzada (1270)
- Nona Cruzada (1271 a 1272)
- Cruzadas do Norte (1193 a 1316)

                                  Consequências 
   Elas proporcionaram também o renascimento do comércio na Europa. Muitos cavaleiros, ao retornarem do Oriente, saqueavam cidades e montavam pequenas feiras nas rotas comerciais. Houve, portanto, um importante reaquecimento da economia no Ocidente. Estes guerreiros inseriram também novos conhecimentos, originários do Oriente, na Europa, através da influente sabedoria dos sarracenos.
   Não podemos deixar de lembrar que as Cruzadas aumentaram as tensões e hostilidades entre cristãos e muçulmanos na Idade Média. Mesmo após o fim das Cruzadas, este clima tenso entre os integrantes destas duas religiões continuou. 
   Já no aspecto cultural, as Cruzadas favoreceram o desenvolvimento de um tipo de literatura voltado para as guerras e grandes feitos heroicos. Muitos contos de cavalaria tiveram como tema principal estes conflitos.

   Dica: Kingdom of Haven (Cruzadas)





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               A Igreja na Idade Média

   A igreja começou a sua fase no auge do poder em 391 quando foi oficializada como principal religião do Império Romano, foi nessa fase que a igreja se organizou e tomou o continente europeu, nem mesmo a invasão dos germânicos  tirou a igreja de seu lugar e parou o crescimento e a expansão da igreja católica.
                                          A influência da Igreja 

Durante a Idade Média (século V ao XV) a Igreja Católica conquistou e manteve grande poder. Possuía muitos terrenos (poder econômico), influenciava nas decisões políticas dos reinos (poder político), interferia na elaboração das leis (poder jurídico) e estabelecia padrões de comportamento moral para a sociedade (poder social).

Como religião única e oficial, a Igreja Católica não permitia opiniões e posições contrárias aos seus dogmas (verdades incontestáveis). Aqueles que desrespeitavam ou questionavam as decisões da Igreja eram perseguidos e punidos. Na Idade Média, a Igreja Católica criou o Tribunal do Santo Ofício (Inquisição) no século XIII, para combater os hereges (contrários à religião católica). A 
Inquisição prendeu, torturou e mandou para a fogueira milhares de pessoas que não seguiam às ordens da Igreja.

Por outro lado, alguns integrantes da Igreja Católica foram extremamente importantes para a preservação da cultura. Os monges copistas dedicaram-se à copiar e guardar os conhecimentos das civilizações antigas, principalmente, dos sábios gregos. Graças aos monges, esta cultura se preservou, sendo retomada na época do 
Renascimento Cultural.

Enquanto parte do alto clero (bispos, arcebispos e cardeais) preocupava-se com as questões políticas e econômicas, muitos integrantes da Igreja Católica colocavam em prática os fundamentos do 
cristianismo. Os monges franciscanos, por exemplo, deixaram de lado a vida material para dedicarem-se aos pobres.

A cultura na Idade Média foi muito influenciada pela religião católica. As pinturas, esculturas e livros eram marcados pela temática religiosa. Os 
vitrais
 das igrejas traziam cenas bíblicas, pois era uma forma didática e visual de transmitir o evangelho para uma população quase toda formada por analfabetos. Neste contexto, o papa São Gregório (papa entre os anos de 590 e 604) criou o canto gregoriano. Era uma outra forma de transmitir as informações e conhecimentos religiosos através de um instrumento simples e interessante: a música. 



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                            Feudalismo
-Conceito
   O feudalismo foi o sistema econômico, político, social e cultural característico da Europa na Idade Média. O feudalismo se caracterizou pela concessão de feudos, quase sempre em forma de terras e trabalho, em troca de proteção política e militar. O contrato feito era selado por um juramento de vassalagem e fidelidade.O vassalo não só prestava o juramento obrigatório de fidelidade a seu senhor, como também um juramento especial de vassalagem ao senhor feudal, o qual, por sua vez, lhe concedia um feudo. Desse modo, o feudalismo se tornou uma instituição política e militar, fundamentada em uma relação contratual entre duas pessoas individuais, que mantinham seus respectivos direitos sobre o feudo.

-Principais características Econômicas do feudalismo
   -Economia essencialmente agrária, natural e auto-suficiente: produzia-se para o consumo imediato.
   -Trabalho regulado pelas obrigações servis, fixados pela tradição e pelo costume.

-Políticas
   Poder político descentralizado das mãos do rei. O poder era local: cada domínio feudal era independente, ou seja, cada feudo era governado pelo seu senhor.
   Relações entre a nobreza feudal baseadas nos laços de suserania e vassalagem: tornava-se suserano o nobre que doava um feudo a outro; e vassalo, o nobre que recebia o feudo.

-Sociais
-Sociedade rural e estamental, dividida em três estamentos ou ordens sociais, cada qual com uma função:





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                                                Império Carolíngio

1. Os reinos bárbaros 
   Durante a Alta Idade Média, a história política da Europa foi caracterizada, no Ocidente, pelos bárbaros de origem germânica, que se constituíram no século V limitados pelo antigo Império romano do Ocidente. 
   Os vândalos habitaram na Península Ibérica e no norte da África, eram liderados por Genserico. No século VI, durante a Reconquista de Justiniano, esse reino foi extasiado pelo Império Bizantino, e no século VII foi dominado pelos Mulçumanos. 
   Os ostrogodos viviam na Península Itálica, sob a liderança do rei Teodorico, porém após a conquista da Itália pelo Império Bizantino, a monarquia ostrogótica chegou ao fim, e foi substituída por uma administração bizantina na Itália. No entanto, antes da ocupação se completada, os lombardos invadiram a região da Península Itálica. 
   Os visigodos habitaram no Sul da Gália e na Península Ibérica, porém foram expulsos da Gália pelos francos, e em 711 os mouros (árabes) conquistaram a Península Ibérica. Os visigodos se fixaram no norte, onde fundaram um Estado independente, chamado Reinos das Astúrias  
   Os jutos, saxões e anglos ocuparam a Inglaterra.
                                   Império Carolíngio
   Carlos Magno herdou de seu Pai –Pepino, o Breve o trono em 771, iniciando a dinastia carolíngia. Foi o mais importante rei dos francos. Destacou-se por suas conquistas militares e organização administrativa. Em 800 foi coroado imperador do Novo Império Romano do Ocidente. Preocupou-se, sobretudo em estimular a cultura nos territórios conquistados. Valorizou o ensino, promoveu obras para a difusão da educação e fundou várias escolas.
   Carlos Magno morreu em 814. Foi sucedido por seu filho Luís, o Piedoso. Seus netos disputaram a sucessão do trono e em 843, pelo Tratado de Verdum, o império foi dividido em três reinos.

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                                                  Império Bizantino
               
 CAPITAL: Constantinopla.
 RELIGIÃO: cristã ortodoxa.
 Patriarca: cargo mais alto da Igreja local. Era escolhido pelo imperador.
 Todos os eventos estavam relacionados à religião (festa da cidade, aniversários, coroação do Imperador);            Era obrigatório ir à missa;
 Movimento Iconoclasta: proibição, por parte do imperador, de exibir e/ou adorar ícones. As imagens foram quebradas;
Cisma do Oriente: separação da Igreja Cristã em duas:
  1) Igreja Católica Apostólica Romana:
         Sede: Roma.
         Chefe: Papa.
         Língua da missa: latim.
         Celibato era para todos os membros do clero.
2) Igreja Cristã Ortodoxa:
       Sede: Constantinopla.
       Chefe: Patriarca.
       Língua da missa: grego.
       Celibato era apena para os bispo.
       Não acreditavam no purgatório
ARTE: tinha grande influência da religião.
  Ex: mosaicos, pinturas, arquitetura.